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Como a pandemia de coronavírus impactou a educação e o ensino?

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Como a pandemia de coronavírus impactou a educação e o ensino?

Atualmente, após quase dois anos de pandemia, isolamento e restrições sociais, é possível dizer com certeza que a continuidade do ensino e da educação de maneira geral, neste período, só pode ocorrer através da existência e adoção de recursos tecnológicos.

Aplicativos e softwares como o PowerPoint, o Google Meet e o Classroom possibilitaram a mimetização de uma sala de aula no ambiente remoto, com a possibilidade de elaborar provas, reuniões, discussões e apresentações no ambiente remoto.

Por exemplo, a realização de pesquisas acadêmicas de graduação e de pós-graduação foi interrompida logo no início da pandemia, juntamente com as aulas e outras atividades acadêmicas. 

Portanto, para elaborar os objetivos gerais e específicos em um TCC, por exemplo, foi necessário realizar consultas contando apenas com o notebook, visto que as coletas de dados estavam suspensas e as análises e atividades laboratoriais também.

Contudo, é possível observar três claros momentos da educação durante a pandemia, que são:

  • O início conturbado
  • Estabilização do modelo remoto
  • Retorno ao formato presencial

Hoje iremos discutir um pouco mais sobre cada um destes momentos e avaliar como a tecnologia foi a grande razão pela qual as aulas puderam continuar, mas com algumas dificuldades e necessidade de adaptações.

O início conturbado e as adaptações necessárias

A maior dificuldade enfrentada neste momento, com certeza foi a falta de preparo do corpo docente para lidar com os adventos tecnológicos necessários para garantir a continuidade das aulas.

Diversos professores não possuíam familiaridade com programas como o Meet e o Classroom, sobretudo os professores mais velhos que ainda usavam projeção em slides para apresentar suas aulas presenciais.

Além disso, os alunos também não estavam preparados e nem familiarizados com o ambiente remoto para terem aulas, enfrentando desafios como:

  1. Instabilidade de Rede
  2. Computadores obsoletos
  3. Ambiente inadequado ao estudo
  4. Falta de familiaridade com o corpo docente
  5. Ausência de computadores na casa

Como é possível observar, muitos alunos não possuíam computadores e muito menos o acesso à Internet em suas casas, o que complicou ainda mais a capacidade destes alunos de acompanharem as aulas e se manterem ativos neste quesito.

Como resultado, a evasão escolar em todos os níveis de ensino foi absurda e atingiu níveis nunca antes vistos, durante o período da pandemia e da instauração do ensino remoto.

Período de estabilidade pós-domínio dos recursos tecnológicos

Após alguns meses iniciais de caos completo, os professores passaram a entender melhor os recursos tecnológicos que estavam lidando, e os alunos também perceberam a possibilidade de assistir aulas no celular, através do uso da rede de dados do celular.

Óbvio que nada se compararia à qualidade do ensino presencial, sobretudo para os alunos mais carentes em termos financeiros. Contudo, foi possível perceber um claro avanço em comparação com os meses iniciais da pandemia.

Neste momento, as apresentações já haviam sido incluídas em um padrão, as provas também e o uso de softwares específicos de acordo com a área de estudo também já estava sendo dominado.

Além das aulas, pesquisas científicas e diversos laboratórios puderam retomar suas reuniões e atividades de maneira remota. Isso também só foi possível com o aprendizado do sistema de ensino remoto.

Logo, é possível ver de maneira clara a importância da tecnologia para a manutenção de atividades remotas, não só no campo da educação, mas também em reuniões de trabalho, da realização de relatórios através do Zoom e de outras plataformas de reuniões remotas.

O retorno das atividades presenciais e prognóstico para o futuro

Há alguns anos, mesmo antes da pandemia, a educação já dava sinais claros de sua hibridização, entre os modelos de ensino presencial e remoto. É possível observar este fenômeno através do ENEM Digital, por exemplo.

No entanto, a pandemia e a ascensão do modelo remoto de ensino vieram para cravar uma grande mescla entre os dois sistemas de ensino existentes e até em relação ao trabalho.

Portanto, a tendência para os anos que virão é que a educação seja cada vez mais indissociável da tecnologia, não apenas no contexto de educação remota e presencial, mas também com o uso de softwares em sala de aula e a presença de atividades lúdicas no ensino, não só superior e fundamental, mas também no ensino básico e infantil.

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